quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Destruição do PT Já! - Para o Bem do Brasil e de todos os Brasileiros - Progressistas em 2022 - Companha de 4 anos Sim! - #CiroGomes2022

Primeira Entrevista de Ciro Gomes após Eleições 2018 (31/10/2018):

Ciro Gomes CANSOU de Dizer ao PT (Lula) que Isso ia Dar Merda! 
E Deu... Lula Elegeu Bolsonaro!:

Ciro Gomes diz que se sentiu “miseravelmente traído” por Lula e seus “asseclas”:

Ciro Falou e disse, “Vai Dar Merda!” mas Lula ignorou, e seguiu fazendo Merda...

Magnifica entrevista de Ciro Gomes para a Folha de S. Paulo (veja abaixo). Sugiro ao Ciro, ao PDT, que comece uma Guerra sem precedentes contra o PT, para aniquilar esse partido de inconsequentes, (são moleques mesmo), absorvendo os quadros não contaminados e isolando para escanteio os fanáticos xiitas. Para o bem do Brasil e dos brasileiros. Pois o Lula claramente entregou de bandeja o Brasil para a extrema direita autoritária, o Lula foi muito bom no passado, mas se tornou um Alto Traidor da Pátria ao tomar as atitudes estupidas que tomou nessas Eleições de 2018, gerando esse resultado que estamos vendo, e NÃO FOI POR FALTA DE CONSELHOS E OPINIÕES! Ciro e Jaques Wagner CANSARAM DE AVISAR que ia dar merda, mas mesmo assim ele seguiu rumo ao desastre. O PT se corrompeu, se perdeu na prepotência, arrogância e ganância desmedida, não merece mais a nossa confiança. Quando o Lula morrer (e deverá ser em breve) o PT vai pulverizar, virar fumaça. Então sou da opinião que Ciro e companhia comece o desmonte do PT imediatamente, aproveitando o resultado desastroso dessas eleições. E em 2022 os Progressistas estarão renovados e fortes para vencer com Ciro Gomes as Eleições. Para o bem do Brasil e dos Brasileiros. Assim É, assim Já É!

Reinaldo Azevedo: “Ciro na verdade está vislumbrando uma janela”  - Lula Elegeu Bolsonaro:


“Fomos miseravelmente traídos por Lula, não farei mais campanha para o PT”, diz Ciro Gomes
(Candidato derrotado nega que tenha traído partido de Lula e diz que foi convidado a ser vice do ex-presidente no lugar de Haddad):


Gustavo Uribe de Fortaleza: Terceiro colocado na eleição presidencial, Ciro Gomes (PDT) afirmou, em entrevista à Folha, que foi “miseravelmente traído” pelo ex-presidente Lula e seus asseclas. Em seu apartamento, onde concedeu nesta terça-feira (30) sua primeira entrevista desde a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro nega ter lavado as mãos ao ter viajado para a Europa depois do primeiro turno. “A gente trai quando dá a palavra e faz o oposto”. “Não declarei voto ao Haddad porque não quero mais fazer campanha com o PT”, disse. O pedetista critica a atuação do PT para impedir o apoio do PSB à sua candidatura e diz que considerou um insulto o convite de Lula para assumir o papel de seu vice no lugar Fernando Haddad (PT). 

Folha: No primeiro turno, o senhor afirmou que choraria e deixaria a política se Bolsonaro ganhasse. Deixará a vida pública?

- Eu disse isso comovidamente porque um país que elege o Bolsonaro eu não compreendo tanto mais, o que me recomenda não querer ser seu intérprete. Entretanto, do exato momento que disse isso até hoje, ouvi um milhão de apelos de gente muito querida. E, depois de tudo o que acabou acontecendo, a minha responsabilidade é muito grande. Não sei se serei mais candidato, mas não posso me afastar agora da luta. O país ficou órfão.

Folha: E não tomou uma decisão se será candidato em 2022?

- Não. Quem conhece o Brasil sabe que você afirmar uma candidatura a 2022 é um mero exercício de especulação, porque a adrenalina não pacificou. Só essa cúpula exacerbada do PT é que já começou a campanha de agressão. Eu não. Tenho sobriedade e modéstia. Acho que o país precisa se renovar.

Folha: O senhor disse que deixaria a vida pública porque a razão de estar na política é confiar no povo brasileiro. Deixou de confiar?

- Não, procurei entender o que aconteceu. Esse distanciamento me permitiu isso. O que aconteceu foi uma reação impensada, espécie de histeria coletiva a um conjunto muito grave de fatores que dão razão a uma fração importante dessa maioria que votou no Bolsonaro. O Lula-petismo virou um caudilhismo corrupto e corruptor que criou uma força antagônica que é a maior força política no Brasil hoje. E o Bolsonaro estava no lugar certo, na hora certa. Só o petismo fanático vai chamar os 60% do povo brasileiro de fascista. Eu não, de forma nenhuma.

Folha: Naquele momento do país, uma viagem à Europa não passou uma impressão de descaso? [Ciro viajou para Portugal, Itália e França após o 1º turno]

- Descaso não, rapaz, é de impotência. De absoluta impotência. Se tem um brasileiro que lutou, fui eu. Passei três anos lutando.

Folha: Com a sua postura de neutralidade, não lavou as mãos em um momento importante para o país?

- Não foi neutralidade. Quem declara o que eu declarei não está neutro. Agora, o que estava dizendo, por uma razão prática, não iria com eles se fossem vitoriosos, já estaria na oposição. Mas estava flagrante que já estava perdida a eleição.

Folha: Por não ter declarado voto, não teme ser visto como um traidor pelos eleitores de esquerda?

- A gente trai quando dá a palavra e faz o oposto. Quem tiver prestado a atenção no que falei, está muito clara a minha posição de que com o PT eu não iria.

Folha: Não se aliará mais ao PT?

- Não, se eu puder, não quero mais fazer campanha para o PT. Evidente, você acha que eu votei em quem?

Folha: No Haddad?

- Vou continuar calado, mas você acha que votei em quem com a minha história? Eles podem inventar o que quiserem. Pega um bosta como esse Leonardo Boff [que criticou Ciro por não declarar voto a Haddad]. Estou com texto dele aqui. Aí porque não atendo o apelo dele, vai pelo lado inverso. Qual a opinião do Boff sobre o mensalão e petrolão? Ou ele achava que o Lula também não sabia da roubalheira da Petrobras? O Lula sabia porque eu disse a ele que, na Transpetro, Sérgio Machado estava roubando para Renan Calheiros. O Lula se corrompeu por isso, porque hoje está cercado de bajulador, com todo tipo de condescendências.

Folha: Quem são os bajuladores?

- É tudo. Gleisi Hoffmann, Leonardo Boff, Frei Betto. Só a turma dele. Cadê os críticos? Quem disse a ele que não pode fazer o que ele fez? Que não pode fraudar a opinião pública do país, mentindo que era candidato?

Folha: Por que o senhor não aceitou ser candidato a vice-presidente de Lula?

- Porque isso é uma fraude. Para essa fraude, fui convidado a praticá-la. Esses fanáticos do PT não sabem, mas o Lula, em momento de vacilação, me chamou para cumprir esse papelão que o Haddad cumpriu. E não aceitei. Me considerei insultado.

Folha: Por que não declarou voto em Haddad?

- Aquilo era trivial. O meu irmão foi a um ato de apoio a Haddad, depois de tudo o que viu acontecendo de mesquinho, pusilânime e inescrupuloso. É muito engraçado o petismo ululante. É igual o bolsominion, rigorosamente a mesma coisa. O Cid está lá tentando elaborar uma fórmula de subverter o quadro e é vaiado. Estou devendo o que ao PT?

Folha: Não declarou voto no Haddad por causa do Lula?

- Não declarei voto ao Haddad porque não quero mais fazer campanha com o PT. Agora, em uma eleição que tem só dois candidatos, na noite do primeiro turno, disse à imprensa: "Ele não". O que ele quer mais agora?

Folha: Cid Gomes cobrou uma autocrítica dos petistas. E quais foram os erros cometidos pelos pedetistas?

- Devemos ter cometido algum erro e merecemos a crítica. Mas, nesse contexto, simplesmente multiplicamos por um milhão as energias que nos restaram para trabalhar. Fomos miseravelmente traídos. Aí, é traição, traição mesmo. Palavra dada e não cumprida, clandestinidade, acertos espúrios, grana.

Folha: Isso por Lula?

- Pelo ex-presidente Lula e seus asseclas. Você imagina conseguir do PSB neutralidade trocando o governo de Pernambuco e de Minas? Em nome de que foi feito isso? De qual espírito público, razão nacional, interesse popular? Projeto de poder miúdo. De poder e de ladroeira. O PT elegeu Bolsonaro. Todas as pesquisas, não sou eu quem estou dizendo, dizem isso. O Haddad é uma boa pessoa, mas ele, jamais, se fosse uma pessoa que tivesse mais fibra, deveria ter aceito esse papelão. Toda segunda ir lá [visitar Lula], rapaz. Quem acha que o povo vai eleger pessoa assim? Lula nunca permitiu nascer ninguém perto dele. E eles empurram para a direita, que é o querem fazer comigo.

Folha: A postura do senhor não inviabiliza uma reaglutinação das siglas de esquerda?

- Não quero participar dessa aglutinação de esquerda. Isso sempre foi sinônimo oportunista de hegemonia petista. Quero fundar um novo campo, onde para ser de esquerda não tem de tapar o nariz com ladroeira, corrupção, falta de escrúpulo, oportunismo. Isso não é esquerda. É o velho caudilhismo populista sul-americano.

Folha: A liberdade de imprensa está ameaçada?

- É muito epidérmica a nossa sensibilidade. Não acho que tem havido nenhuma ameaça à liberdade de imprensa até aqui. Por isso que digo que uma das centralidades do mundo político brasileiro deveria ser um entendimento amplo o suficiente para cumprir a guarda da institucionalidade democrática. E um dos elementos centrais disso é a liberdade de imprensa. A imprensa brasileira nepotista e plutocrata como é parte responsável também por essa tragédia.

Folha: A imprensa ajudou a eleger Bolsonaro?

- A arrogância do [William] Bonner achando que podia tutelar a nação brasileira, falar pela nação brasileira. A Folha que repercute uma calúnia contra uma cidade inteira que é reconhecida mundialmente como um elemento de referência de educação para me alcançar [Ele se refere a reportagem sobre relatos de estudantes de fraudes em avaliações nas escolas de Sobral, no Ceará].

Folha: E os ataques feitos pelo Bolsonaro à Folha? É uma ameaça?

- Não considero, não. A Folha tem capacidade de reagir a isso e precisa ter também um pouco de humildade, de respeitar a crítica dos outros.

Ciro Gomes: “Não quero fazer campanha para o PT nunca mais”
(Após votar na manhã deste domingo, candidato derrotado à Presidência pelo PDT reforçou que fará oposição a qualquer um que venha a ser eleito):

Fortaleza - O candidato derrotado à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, chegou às 12h11 deste domingo, (dia 28/10/2018), acompanhado da sua esposa, Giselle Bezerra, ao local de votação, na Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, na Praia de Iracema, em Fortaleza. Sobre a ausência de um apoio efetivo à candidatura de Fernando Haddad (PT), Ciro afirmou que não se manteve neutro, mas que não devia apoio.

- “Eu não quero fazer campanha para o PT nunca mais”- disse. Segundo o pedetista, o posicionamento já havia sido tomado desde o começo. Questionado sobre sua ausência no segundo turno, Ciro rebateu: - “A quem que eu estou devendo essa presença? Estou devendo ao PT?”-  Ciro afirmou que não quer influir na votação, justificando que os dois projetos apresentados neste segundo turno se antagonizam e “não desarmam essa bomba de ódio, de confrontação miúda”.

O pedetista reforçou que fará oposição a qualquer um que venha a ser eleito. “A minha posição é a mesma de antes. Se eu quisesse aderir a uma ou outra força, eu o teria feito antes. Acredito que o Brasil precisa desesperadamente desarmar essa bomba. Espero muito que esteja errado e que aquele amanhã vitorioso possa desarmar essa bomba por si e possa restaurar a paz política no Brasil, para que a gente possa resolver a equação social e política. Entretanto, eu não acredito.” Segundo ele, a bomba seria a intensa polarização.

Antes de deixar o local de votação, já dentro do carro, Ciro destacou a necessidade de acabar com a violência política, citando o assassinato de um jovem petista no sábado (27) por eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) em Pacajus, na Região Metropolitana de Fortaleza.

No carro, além de Giselle Bezerra, acompanharam o prefeito de Fortaleza, Roberto Claudio (PDT), e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Zezinho Albuquerque (PDT).
Ciro manteve-se distante dos holofotes durante todo o segundo turno e evitou dar declarações em sua chegada a Fortaleza, na última sexta-feira (26). No sábado, optou por gravar um vídeo em que evitou demonstrar apoio explícito à candidatura petista, como era esperado.

Ciro foi o terceiro colocado no primeiro turno, obtendo mais de 13 milhões de votos (12,47%). No Ceará, foi o candidato mais votado, com 40,95% dos votos ganhou para presidente lá.

Ciro Gomes culpa PT e Lula pela ascensão de Jair Bolsonaro:

Ciro Gomes, terceiro colocado no primeiro turno da eleição presidencial, acusou o Partido dos Trabalhadores (PT), do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ter propiciado a vitória de Jair Bolsonaro. “O PT elegeu Bolsonaro”, sentenciou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo divulgada nesta quarta-feira (31). “O lulopetismo virou um caudilhismo corrupto e corruptor que criou uma força antagônica que é a maior força política no Brasil hoje”, acrescentou Ciro Gomes, do Partido Democrata Trabalhista (PDT). Ciro, ex-ministro de Lula de 60 anos, obteve 12,5% dos votos no primeiro turno, atrás de Bolsonaro (46%) e de Haddad (29%).

Em um primeiro momento, declarou seu “apoio crítico” a Haddad, mas logo viajou para a Europa, sem se envolver na campanha do segundo turno. Ao retornar, um dia antes da votação no último domingo, evitou apoiar explicitamente Haddad e pareceu se posicionar como líder de uma futura oposição. “O Brasil precisa a partir de segunda-feira é construir um grande movimento” que “defenda a democracia” e proteja “os direitos” dos mais pobres, declarou. Bolsonaro, um admirador da ditadura militar (1964-1985), venceu a eleição com 55% dos votos, contra 45% obtidos por Haddad.
“Não declarei voto ao Haddad porque não quero mais fazer campanha com o PT (…) Fomos miseravelmente traídos. Aí, é traição, traição mesmo. Palavra dada e não cumprida, clandestinidade, acertos espúrios, grana”, disse na entrevista.

Na lista de reprovações, ele sustentou que o ex-presidente Lula (2003-2010) compactuou com o Partido Socialista (PSB) cargos nos dois governos para que esta força não se aliasse ao PDT. O cacique político do estado do Ceará assegurou que Lula, antes de ser proibido de disputar a eleição por sua situação judicial, pediu a ele que fosse seu companheiro de chapa, um papel que foi de Haddad.

“Esses fanáticos do PT não sabem, mas o Lula, em momento de vacilação, me chamou para cumprir esse papelão que o Haddad cumpriu. E não aceitei. Me considerei insultado”, afirmou. O ex-candidato assegurou que havia avisado a Lula da “roubalheira” na Petrobras e sustentou que o ex-líder sindical se cercou de “bajuladores”. “Lamento que Ciro Gomes esteja tão irritado com seu seu resultado eleitoral insatisfatório. Mas entendemos suas dores e somos solidários. O que importa é a unidade contra o fascismo (…) Nisso estaremos juntos!”, tuitou a presidente do PT, Gleisi Hoffman

Uma rivalidade de quatro décadas

O PDT e o PT foram fundados em 1980 e rivalizam desde então pelo eleitorado de esquerda. O líder pedetista, Leonel Brizola, de volta do exílio, pretendia ser novamente a figura política central do início dos anos 1960, como herdeiro do presidente nacionalista Getúlio Vargas, que havia se suicidado em 1954. Mas o PT, surgido da confluência de movimentos sindicais e sociais, ex-guerrilheiros e comunidades religiosas da Teologia da Libertação, imprimia uma nova dinâmica à esquerda sob a liderança de Lula, um metalúrgico. O PT via o PDT como um partido arcaico, e o PDT denunciava o radicalismo do PT.

Na eleição de 1989, Lula ficou em segundo lugar, à frente de Brizola, e perdeu o segundo turno contra Fernando Collor. Brizola pediu que votassem por Lula, mas não sem ironia:” A política é a arte de engolir sapos. Não seria fascinante fazer agora a elite brasileira engolir o Lula, este sapo barbudo?”, questionou.

Em 1994, Lula voltou a ficar em segundo lugar, com 27% dos votos, metade dos conquistados por Fernando Henrique Cardoso. Brizola ficou em quinto. Em 1998, Lula se apresentou com Brizola como companheiro de chapa, mas FHC foi eleito, e novamente no primeiro turno. Em 2002, quando finalmente Lula venceu, o PDT apoiou no primeiro turno Ciro Gomes, que ficou em quarto. Ciro foi nomeado ministro de Integração Nacional de Lula, e Brizola não demorou a denunciar as políticas pró-mercado do PT.

Em 2004, Brizola foi a única fonte citada pelo jornalista do New York Times Larry Rothers em um polêmico artigo sobre o suposto alcoolismo de Lula. Quando o líder do PDT faleceu em junho daquele ano, Lula decretou três dias de luto. Nas nos funerais foi recebido aos gritos de “Traidor!”.

“Entendemos suas dores e somos solidários”, diz Gleisi Hoffmann para Ciro Gomes:

Mahila Ames de Lara, dia 31/10/2018 (quarta-feira) - 12h59 atualizado: A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, afirmou em sua conta no Twitter nesta 4ª feira (31.out.2018) que lamenta que o candidato ao Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, esteja tão “irritado com seu resultado eleitoral insatisfatório”, mas que o PT entende é solidário às “dores” do pedetista. A fala vem após Ciro declarar que foi “miseramente traído” pelo PT nas eleições em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Em crítica ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Gleisi afirmou que o que importa agora é que as pessoas estejam unidas “contra o fascismo e o ataque aos direitos do povo”. Na entrevista à Folha de S. Paulo, Ciro afirmou que não declarou voto no petista Fernando Haddad no 2º turno dessas eleições porque não quer mais fazer campanha para o PT. Fez críticas não só ao Partido dos Trabalhadores, mas também ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o número 1º dos principais nomes da legenda. Ao defender Lula - preso desde abril na sede da Polícia Federal em Curitiba - Gleisi disse que ele é o maior líder político popular da história do Brasil.

Meu Comentário: Gostei da fala da Gleisi Hoffmann, presidente do PT, espero que ela abandone o PT e venha para o PDT. Abraço Gleisi! Sou seu Fã, mas abandone o PT, partido de merda.


Artigos Prints das Reportagens e imagens:























Fontes:

- “Fomos miseravelmente traídos por Lula, não farei mais campanha para o PT”, diz Ciro Gomes.[Candidato derrotado nega que tenha traído partido de Lula e diz que foi convidado a ser vice do ex-presidente no lugar de Haddad]: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/fomos-miseravelmente-traidos-por-lula-nao-farei-mais-campanha-para-o-pt-diz-ciro.shtml
- “Entendemos suas dores e somos solidários”, diz Gleisi Hoffmann para Ciro Gomes: https://www.poder360.com.br/governo/entendemos-suas-dores-e-somos-solidarios-diz-gleisi-para-ciro/
- Ciro Gomes culpa PT e Lula pela ascensão de Jair Bolsonaro: https://istoe.com.br/ciro-culpa-pt-e-lula-por-ascensao-de-bolsonaro/

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)