domingo, 28 de outubro de 2018

Votos para Jair Bolsonaro na verdade é Votos a Favor da Intervenção Militar? - Povo não votou em Bolsonaro, mas sim nos Militares!?


Os Votos em Jair Bolsonaro foi para Bolsonaro Mesmo? Ou na verdade o povo votou para a Volta dos Militares ao Poder? Onde (na verdade) Bolsonaro é apenas o Representante mais famoso dessa Classe? - Intervenção Militar

Agora que as eleições de 2018 terminaram eu já posso falar sobre uma coisa que eu já havia notado há muito tempo, isso eu já entendi há meses atrás, mas revelar essa conclusão ajudaria o candidato da extrema direita autoritária, então esperei as eleições terminarem para dizer. Na verdade, o povo não está votando no Bolsonaro, mas sim na volta dos militares ao governo. Bolsonaro é desqualificado, despreparado, corrupto, com um passado vergonhoso, tanto no exército como na sua carreira como deputado federal em Brasília, [Clique Aqui]. Foi provado que é corrupto sim, é racista é machista, é violento, é um tolo que não entende o básico das políticas econômicas, social, geopolítica ou diplomacia. Seu raciocínio não é lógico, é um mentiroso compulsivo. Nas várias entrevistas, nas sabatinas, nas análises ficou claro que Jair Bolsonaro não passa de um boçal (um retardado mesmo, com um bom nível de demência).

Mas mesmo assim a intenção de voto para ele continuava alta, e ainda ele foi muito beneficiado pelo atentado a faca que sofreuganhando maior atenção e destaque na mídia, chamando atenção das pessoas que não se interessa por política. Então ficou o mistério... porque o povo brasileiro essa porcentagem de quase 60% mesmo assim perante as evidências o escolhe para ser presidente da república? Porque mesmo assim essa parcela tão grande da população insiste no voto para esse Jumento de CargaO motivo na verdade é muito simples, eles não estão votando no Bolsonaro, eles/elas estão votando na volta dos Militares ao poder... O Bolsonaro é apenas o representante mais conhecido dessa classe. Na verdade essas eleições de 2018 se transformaram num tipo de plebiscito para dizer “Sim ou Não” há uma volta do governo militar.

Desde a deflagração da operação Lava Jato o povo fica escandalizado pelos diversos escândalos de corrupção, sendo um maior que o outro, e envolvendo figuras mais importantes que a outra. No desespero para achar uma saída, se dirigem aos militares... é o equivalente (em termos de nação) a polícia. Então se a sua casa, ou no seu bairro está havendo alguma algazarra, alguma briga ou confusão, o que você faz? Você chama a polícia!! No caso essa grande parcela da população é de pessoas de raciocínio muito simples, um raciocínio raso... Não estudam, não pesquisam, não procuram saber melhor o que está acontecendo. Essas pessoas infantilóides tem atitude de criança! Observando o cenário de aparente ‘caos’ simplesmente resolveram chamar a 'polícia'. É como uma criança que briga com os irmãos e chama a mãe ou o pai para intervir na disputa. Então o fenômeno Bolsonaro é na verdade muito simples de entender, o povo infantilóide cuja maioria são como crianças em corpo de adulto, simplesmente não conseguindo raciocinar melhor, seguindo um pensamento raso, o mais primitivo extinto, simplesmente chamou os seguranças...


Bolsonaro é o Bobo Alegre que é mais famoso entre os militares, ele está no lugar certo, na hora certa, defendendo os motivos certos para ser o representante do exército na política, foi eleito não por que é brilhante, ou super qualificado, mas apenas por que é o mais famoso. A eleição de Bolsonaro é a volta da intervenção militar, porém de forma democrática

E a pessoa que é o representante da ‘segurança’ mais famoso, que fala da intervenção militar, que exalta o uso da força bruta, da brutalidade, da coronhada é o Bolsonaro, simples assim! Claro que se fosse um general, uma pessoa do meio militar com mais cultura seria melhor, mas como não tinha nenhuma outra figura desse meio militar com tanta ascendência na política acabou sendo escolhido o Bolsonaro mesmo. Não porque ele é o melhor, não porque ele é inteligente, não porque ele sabe das coisas, não porque ele é honesto de verdade, não porque ele é um gênio, mas apenas porque ele é o militar em evidência, porque defende as soluções obvias e simples. 

As pessoas que estiverem numa festa, e acontece algum tipo de confusão, essas pessoas não sabem exatamente o que aconteceu, não sabem quem tem razão ou deixa de ter razão, não sabe os detalhes do conflito, elas apenas percebe a 'confusão' e sem saber o que de fato está acontecendo, e porque, reagem no instinto. A reação imediata, é chamar a segurança do local. Essa é a simples lógica que uma parcela do povo brasileiro resolveu seguir. Não foi um raciocínio exatamente lógico, não foi uma decisão tomada com ponderação, com análise. Foi uma reação superficial, do instinto básico de sobrevivência. (Não meditado, não racionalizado). Pois a triste verdade é que a maior parte da população são de jumentos de carga, animais em forma de seres humanos. [Clique Aqui].

Eu diria que 70% da população mundial é de pessoas assim, simplesmente tolos que não conseguem ter um pensamento mais sofisticado. Já 20% tem pensamentos mais lógicos de raciocínio mediamente melhor. E 10% são os verdadeiramente sábios aqueles que carregam o mundo nas costas, e arrasta o restante da massa da população para um destino melhor na medida do possível. E ainda desses, uns 5% são os verdadeiros líderes intelectuais, aqueles que de fato comandam o mundo, e tentam dirigir o mundo da melhor forma possível. Mas claro, esses últimos são prejudicados pela grande massa estúpida que impera, por isso o mundo não é perfeito. Assim o mistério sobre o “fenômeno Bolsonaro” não é tão misterioso assim, o povo viu a “confusão” (os crimes sendo descobertos, e os responsáveis presos), mas não entendeu direito, e simplesmente chamaram a segurança...

E agora? O que será de nós?

Jair Bolsonaro é apenas um detalhe... e isso é bom! Pois se ele der vacilo será rápida e violentamente retirado, e ficará no lugar uma pessoa bem mais capacitada, não é um gênio (como o Ciro Gomes) mas é melhor que Bolsonaro o Jumento de Carga

Mas agora fica a pergunta, Bolsonaro é um Jumento de Carga, como Ciro Gomes bem falou se referindo ao vice Mourão. Bolsonaro também é um jumento de carga como o Mourão, pois enquanto Mourão é o Jumento do Jair Bolsonaro, Bolsonaro é um Jumento da elite psicótica e escrota do Brasil. Ele tem todos esses diversos defeitos que já disse, é burro, é desqualificado, é corrupto, não sabe o básico para governar um país de dimensões continentais como o Brasil, então o que vai acontecer de agora em diante? Vai ser o caos? Vai ser o apocalipse? O apocalipse zumbi vai ocorrer aqui no Brasil? Por mais estranho que isso pareça eu não acho nada disso... pois uma coisa tem de ser lembrada, Bolsonaro jamais teria sido eleito nem vereador se não fosse ele usar (emprestar) a credibilidade do exército, a imagem do exército para se promover. Se não fosse Bolsonaro se identificar como o capitão do exército, defensor dos interesses dos militares, não teria sido eleito nem vereador do Rio de Janeiro em 1988. Se ele foi deputado federal tantas vezes durante 27 anos foi porque falou sobre os 'Ombros de Gigantes', sempre usando como trampolim, como plataforma, a imagem do exército brasileiro. Sem se promover encima da imagem do exército o Bolsonaro não seria nem catador de latinhas.

E agora jamais teria sido eleito presidente da república se não fosse o suposto "representante das forças armadas" na campanha eleitoral de 2018. Por isso os generais do exército brasileiro têm a obrigação de intervir SIM no governo de Bolsonaro, pois é óbvio que eles não podem permitir que um capitão desonrado e expulso (que fugiu para o foro privilegiado ao ser eleito vereador) venha a manchar a imagem das forças armadas. Os generais vão sim participar do governo de uma forma muito severa, pois é da conta deles sim o que o Bolsonaro vai fazer ou não durante o seu governo. É uma questão de honra, é uma  questão de defender a instituição militar, eles não podem ficar omissos e permitir que esse capitão desonrado que foi a vergonha do exército, expulso e considerado desqualificado (a ponto de ser despejado da vila militar onde morava) venha em nome do exército fazer cagadas. Devem agir para preservar a imagem ilibada que o exército tem perante a população brasileira. Bolsonaro mais do que qualquer outro presidente da história estará com a espada no pescoço, com o revólver encostado na testa, e terá forçosamente que fazer um bom governo, pois um governo Bolsonaro fracassado será um governo dos militares fracassado!

Então perante esse cenário todo, se você pensar bem o Bolsonaro é um detalhe, se ele começar a cometer muitos erros, tomar decisões equivocadas deverá ser rapidamente aniquilado e assim assumira o General Mourão, porque apesar de tudo, (de todos os defeitos que ele tem), é melhor que a mula Bolsonaro. Vai assumir então como o verdadeiro presidente. Quanto aos seguidores fanáticos do BolsoLadrão (que dentre eles estão os neo nazistas, fascistas, misóginos, preconceituosos), se estes fizerem muita baderna, cometerem atrocidades, esses arruaceiros serão rapidamente contidos, pois é obvio que os militares não vão permitir esses crimes. Então não é um caso realmente para se preocupar se esses eleitores escrotos do Bolsonaro criar confusão serão esmagados pela organização militar. Os generais não vão permitir a baderna desses esquizofrênicos. Então eu acredito que o máximo que vai acontecer caso o Bolsonaro vier a fazer muita cagada será ser retirado do cargo, e as coisas vão voltar para o eixo, sob o comando dos militares. Então apesar de tudo a escolha da maioria tola, infantilóide da população não é tão preocupante assim.

Se eu preferia a intervenção militar? Claro que não, pois eu considero que não havia real necessidade disso. Essa histeria coletiva na minha opinião é produto da ignorância dessa parte da população, é um exagero, pois as instituições estão funcionando, as investigações sobre a corrupção estão sendo realizadas, e os culpados estão sendo presos, não há real motivo para acionar as forças armadas, não precisava disso está tudo indo nos conformes. Mas infelizmente por conta da completa estupidez da população desinformada a ‘polícia’ foi acionada sem necessidade. Tudo já estava sendo acertado não havia real necessidade de chamar o ‘segurança’. Na minha opinião o que o Brasil realmente precisa é de um político como Ciro Gomes, e não de seguranças truculentos, o que o Brasil precisa de fato é de diálogo, entendimento, conhecimento, diplomacia e não de tapa na cara, cassetetes e algemas.

Mas a democracia é assim, a maioria decide, e sendo a maioria de idiotas preguiçosos o resultado é esse. É por essas e outras que a democracia tem tantos defeitos, mas a monarquia seria melhor? A ditadura seria melhor? Acredito que não, a democracia não é perfeita mas é o melhor que temos. Então o que nos resta é respeitar e tolerar, e em 2022 a história vai ser bem diferente, para o bem de todos os brasileiros(as).

Prestígio com Bolsonaro agrada, mas também preocupa cúpula militar
 Oficiais generais temem que Forças Armadas virem vidraça ou sejam associadas a fracassos num eventual governo do capitão - (Folha de S. Paulo - Por Igor Gielow)

A folgada dianteira de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência criou um dilema para a cúpula das Forças Armadas. O prestígio dos militares num eventual governo do capitão reformado do Exército atingirá níveis inéditos desde a redemocratização de 1985, o que preocupa oficiais generais das três Forças ouvidos pela Folha, cientes de que essa militarização pode se voltar contra a instituição. O risco identificado tem duas vertentes. Primeiro, as Forças Armadas vão virar vidraça, e iniciativas de Bolsonaro que possam remeter a políticas da ditadura militar (1964-85) ou a sugestões polêmicas acabarão na conta da instituição automaticamente. Discussões tópicas como aumento de salários serão vistas como favorecimento.

Visando criar salvaguarda, a Defesa negociou com Bolsonaro a manutenção da equipe que faz a interlocução do ministério com o Legislativo. Assim, acredita, será possível marcar posições distintas das defendidas pela bancada governista, se necessário. A eventual inclusão de militares em uma reforma da Previdência seria alvo de tal lobby.

Outro ponto nevrálgico é a agenda da área de segurança pública que deverá ser apresentada ao Congresso se o deputado do PSL for eleito. Um general se diz preocupado com o que chama de generalização nas manifestações de Bolsonaro sobre o tema. Na semana passada, por exemplo, o candidato defendeu a isenção de julgamento a PMs que matam em serviço.

O Exército demorou anos para emplacar a lei que transferiu da Justiça comum para a militar o julgamento de soldados que matam em ação nas operações de Garantia da Lei e da Ordem. A Força foi alvo de inúmeras críticas. Para o general, além de incorreta juridicamente, a sugestão bolsonarista dá a entender à população que os militares querem carta branca para matar, e não o que consideram segurança jurídica.

Falas desastrosas, especialidade no campo bolsonarista, estão no radar. Neste domingo (21), causou ruído a divulgação do vídeo de um dos filhos de Bolsonaro, o deputado reeleito Eduardo, dizendo que seria possível fechar o Supremo Tribunal Federal apenas com “um soldado e um cabo”. Na semana passada, o Judiciário já havia sido alvo de um general eleito deputado. Colocações como a do vice de Bolsonaro, Hamilton Mourão (PRTB), sugerindo intervenção militar preocupam por serem bem recebidas especialmente nas camadas médias e baixas do meio militar.

O outro ângulo do risco é mais prosaico. O eventual fracasso de um governo associado aos quartéis poderá se refletir na boa imagem que as Forças têm junto à população. Segundo o Datafolha mediu em junho, 78% dos brasileiros dizem confiar nelas, o maior índice entre dez instituições apresentadas. A militarização de um governo Bolsonaro é uma de suas bandeiras. Além de ele mesmo, seu vice é um polêmico general de quatro estrelas que só deixou a ativa neste ano.

Além disso, já anunciou outro oficial do mesmo nível hierárquico, Augusto Heleno, como seu nome para o Ministério da Defesa. Outros três ou quatro generais deverão ocupar a Esplanada que o deputado promete reduzir das atuais 29 para 15 pastas. A campanha conta com outros oficiais de alta patente, a começar por Heleno e Mourão, egressos do Alto Comando e com boa interlocução. Outra ponte está estabelecida com o Judiciário. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, assumiu em setembro e levou para sua assessoria pessoal o general Fernando Azevedo e Silva, que tem ótimas relações com Mourão e Heleno. Para críticos, a impressão é de interferência indevida. Já apoiadores veem no movimento uma linha direta para momentos turbulentos.

Se ponderam sobre essas questões, os militares ouvidos concordam que Bolsonaro é o candidato do meio. Após 33 anos de recolhimento pós-ditadura, oficiais não escondem satisfação pela deferência pública. É entusiasmado o apoio nos quartéis e, aos poucos, Bolsonaro foi abraçado nas cúpulas - há um ceticismo maior na Marinha e na Força Aérea, que temem protagonismo do Exército de onde ele saiu em 1988 para ser vereador no Rio. O PT adotou programas de rearmamento, mas em 2015 a relação com a caserna desandou quando o então ministro da Defesa Jaques Wagner (PT-BA) retirou dos comandantes prerrogativas como promoções de oficiais generais.

Wagner recuou, mas o estrago foi feito, abrindo espaço para a ascensão de um Bolsonaro já em pré-campanha. No Alto Comando do Exército, o centro de gravidade da Defesa no Brasil, o apoio acabou selado em 2017 com a incorporação de generais da reserva à equipe bolsonarista.

Os comandantes vêm tentando combater a associação a Bolsonaro, inevitável, por meio de reiteradas manifestações de apartidarismo. No segundo turno, o Comando do Exército falou com Bolsonaro e com o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim (governos Lula e Dilma), este para azeitar canais com Fernando Haddad (PT). Um termômetro para avaliar a manutenção dessa prudência será a escolha dos novos comandantes, a começar pela substituição do chefe do Exército, Eduardo Villas Bôas, que deverá ser costurada antes da posse do eleito.

Entre os quatro generais de quatro estrelas mais antigos, todos da turma do presidenciável na academia de oficiais, o nome de Mauro Cid (diretor de Educação do Exército) ganhou destaque em Brasília. A militarização começou com Michel Temer. Governando um Planalto progressivamente enfraquecido, o emedebista viu crescer a influência do chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen.

Colocou outro general de quatro estrelas, Joaquim Silva e Luna, pela primeira vez no comando da Defesa. Como diz um ministro próximo do setor e outros políticos, há ainda a mão inversa: a politização do meio militar, aumentando disputas e o potencial de sublevação - o que leva a associações com a ditadura instaurada em 1964. Eles desconsideram o risco de um golpe clássico, mas não descartam a tutela do poder civil, temor que a cúpula militar que dissipar.

O Jumento de Carga está com a corda no Pescoço, ou faz um bom governo ou será aniquilado pelos membros mais Graduados do Exército do Brasil:






Fontes:

- Prestígio com Bolsonaro agrada, mas também preocupa cúpula militar Oficiais generais temem que Forças Armadas virem vidraça ou sejam associadas a fracassos num eventual governo do capitão: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/prestigio-com-bolsonaro-agrada-mas-tambem-preocupa-cupula-militar.shtml
- Controle e Manipulação das Massas - Teorias de Freud sobre a Natureza Humana usadas para Moldar a Sociedade e o Governo: https://www.xn--seteantigoshept-1jb.com/2015/01/controle-das-massas-teorias-de-freud.html
- "Quem são os generais que dão as cartas no plano de governo de Bolsonaro. Militares coordenam quase 30 equipes temáticas que trabalham na formulação de propostas para um eventual governo do PSL. General Heleno é o ‘comandante-geral’: https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/quem-sao-os-generais-que-dao-as-cartas-no-plano-de-governo-de-bolsonaro-3yhoeym5rjaluwx3oz38rn8yn Trecho: Um grupo de fiéis aliados egressos das Forças Armadas, liderados por três generais do Exército, vem ampliando seu espaço de influência na campanha de Jair Bolsonaro (PSL). Equipes temáticas, especialmente da área de infraestrutura, que estavam sob comando do economista Paulo Guedes, no Rio, estão sendo integradas aos debates conduzidos pelos generais. Com isso, parte das discussões passou para a órbita de Oswaldo Ferreira, um dos homens fortes do grupo de Brasília. Esse time, que foi montado por Bolsonaro no início do ano, é composto por generais de sua confiança.
- Núcleo militar envia a Bolsonaro lista com 25 nomes para cargos de transição:  https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-10-30/transicao-para-governo-bolsonaro.html
- Bolsonaro, o capitão que trouxe os generais de volta ao poder. Entre três e cinco militares devem ocupar cargos no primeiro escalão do presidente eleito brasileiro: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/28/politica/1540699380_403703.html
- Bolsonaro e os generais Militares planejam ações de eventual governo e tentam manter campanha ativa nos estados: https://www.uol/noticias/especiais/quem-sao-os-generais-de-bolsonaro.htm#bolsonaro-e-os-generais Trecho: Em posições estratégicas na campanha, ao menos nove generais e um brigadeiro, todos da reserva das Forças Armadas, atuam em duas frentes: uma técnica, que elabora a plataforma de um eventual governo Bolsonaro, e uma política, onde trabalham como articuladores políticos do capitão reformado. O grupo técnico, coordenado por três generais, um brigadeiro e um civil, é responsável por criar políticas de governo. Nas mãos deles, está a elaboração de diretrizes para as áreas de segurança pública, transportes e infraestrutura, aeroportos, educação, ciência e tecnologia. Eles se reúnem quase diariamente no Hotel Brasília Imperial, no Distrito Federal, e permanecem em contato via WhatsApp. Juntos, coordenam equipe de cerca de 30 técnicos civis que elaboram diretrizes para um eventual governo.
- Grupo de generais ajuda Bolsonaro a vencer resistência na elite do Exército. Alto Comando desconfiava do capitão reformado, mas três egressos do órgão aceitaram relações: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/grupo-de-generais-ajuda-bolsonaro-a-vencer-resistencia-na-elite-do-exercito.shtml
- De generais a astronauta: a tropa de choque do presidente Bolsonaro. Recém-eleito tem lista com militares e apoiadores da campanha para compor corpo ministerial. Quatro já foram anunciados: https://www.metropoles.com/brasil/eleicoes-2018/confira-o-possivel-time-de-ministros-de-jair-bolsonaro
- Generais querem que Bolsonaro “turbine” caminhões-pipa no Nordeste. A ação seria conduzida diretamente pelo Exército com o objetivo de “ganhar terreno” na região. Proposta será levada ao presidente eleito: https://www.metropoles.com/brasil/politica-br/generais-querem-que-bolsonaro-turbine-caminhoes-pipa-no-nordeste Meu Comentário: Muito bem, é a medida mais racional e lógica possível, diferente do pensamento escroto e psicótico dos seguidores do Bolsonaro que xingam os nordestinos, querem "separar o brasil do nordeste", expulsar os nordestinos do restante do país, etc... A região precisa do BolsaFamília para as pessoas comerem, para assim estudarem, para assim se profissionalizarem e ai prosperar. Criar infraestruturas e ajudar a região a prosperar é o que precisa ser feito para ajudar esse povo e consequentemente o país todo. Mas a maioria dos tolos do Sudeste e do Sul tem atitude egoísta e escrota. Espero que essas medidas sejam implementadas.
- UOL - Bolsonaro e os Generais. O portal UOL criou um Hot Site com interessante análise sobre o grupo de campanha de Bolsonaro: http://www.defesanet.com.br/eleicao/noticia/30636/UOL---Bolsonaro-e-os-Generais/
- Cai resistência a Bolsonaro no Exército – Política - Estadão: https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,cai-resistencia-a-bolsonaro-no-exercito,70002153613
- Candidato do Exército? Integrantes do alto escalão militar apoiam, mas fazem críticas a “estilo Bolsonaro”: https://www.uol/eleicoes/especiais/bolsonaro-candidato-do-exercito.htm#candidato-do-exercito Em perigo está a imagem das Forças Armadas: Os militares ouvidos pelo UOL se mostraram divididos sobre a possibilidade de um eventual governo de Bolsonaro prejudicar a imagem do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Alguns argumentam que isso poderia acontecer se o então presidente formar um gabinete de ex-militares e eles se mostrassem incapazes de resolver problemas crônicos do país. Para outros, isso não aconteceria, porque ex-militares possuem boa formação educacional e conhecem bem o país. Além disso, as figuras deles não seriam associadas à imagem das Forças Armadas. Segundo o almirante Elia, a chegada de ex-militares a qualquer cargo público dentro dos parâmetros constitucionais "seria boa para República".
- A apreensão com a força de Bolsonaro entre os militares: https://www.cartacapital.com.br/revista/1022/a-apreensao-com-a-forca-de-bolsonaro-entre-os-militares  “O Bolsonaro era execrado pelos militares, pelo passado de insubordinação, hoje a visão sobre ele mudou nas Forças Armadas. Ele penetrou nos dois setores mais efervescentes do Exército: a reserva, que pode falar o que quer sem ser punida, e os majores e capitães, que estão em um ponto da carreira em que olham para o futuro”, diz um general. Recorde-se o motivo da execração. Bolsonaro era capitão em 1987, quando publicou um artigo na revista Veja a reclamar de salário. Foi preso por 15 dias, por “ter ferido a ética, gerando clima de inquietação na organização militar”, segundo um processo aberto no Superior Tribunal Militar (STM). O processo examinou ainda um segundo fato, mais grave. Inspirada pelo artigo, Veja fizera uma reportagem, em 1988, a relatar que Bolsonaro tinha um plano para chamar atenção para a questão salarial: estourar bombas pelo Rio. O caso foi examinado, primeiro, por uma comissão de três coronéis, e terminou em condenação unânime de Bolsonaro. No STM, ele foi absolvido por 8 a 4. No fim de 1988, elegeu-se vereador na cidade do Rio e aí virou capitão aposentado.
- A Constituição prevê a possibilidade de uma intervenção militar? Pedido de parte dos caminhoneiros grevistas por uma 'intervenção militar constitucional' que conduza país até a próxima eleição não tem qualquer amparo jurídico, dizem juristas: https://g1.globo.com/politica/noticia/a-constituicao-preve-a-possibilidade-de-uma-intervencao-militar.ghtml
- BOLSONARO PEDE INTERVENÇÃO MILITAR JÁ: https://www.youtube.com/watch?v=7QAqxAnPSXI
- Coronéis cogitam Intervenção MILITAR antes das ELEIÇÕES: https://www.youtube.com/watch?v=sprRhAA8cLw
- AFINAL: teremos eleições sem golpe da esquerda ou INTERVENÇÃO MILITAR?: https://www.youtube.com/watch?v=NfyE1_9NVmw

Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

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- “Lamento, eu lamento muito... mas a maior revelação que o ‘Salto’ trás não é consolador, mas sim perturbador. O Mundo em que estamos é um campo de concentração para extermino de uma Super Potencia do Universo Local”. (Bruno Guerreiro de Moraes)